sexta-feira, 16 de março de 2007

Tempo; [besteiras e viajens]

"time is ticking out, yeah."
- cranberries.


e já pensou se pudéssemos dar um tempo do tempo?
acho que grande parcela das neuroses e as psicoses iam se esvair pelo ponteiro.

mas, tempo é dinheiro, honey!

"alta noite já se ia
ninguém na estrada andava.
no caminho que ninguém caminha
alta noite já se ia,
ninguém com os pés na água."
- marisa.


tempo é dimensão,
nós, vulgos escravos dele.
irreversível, irrefutável, intolerável.


"nada ficou no lugar
eu quero quebrar essas xícaras
eu vou enganar o diabo
eu quero acordar sua família
eu vou escrever no seu muro
e violentar o seu rosto
eu quero roubar no seu jogo
eu já arranhei os seus discos

que é pra ver se volta, que é pra ver se você vem..."
- adriana.



o tempo é santo remédio
o tempo é discreta maldição

quem precisa de mais tempo?
quem só quer dar um tempo?


poderíamos nós viajar atravéz dele?
velha questão.

há quem diga que é impossível;
se no futuro já o tivessem feito, nós veriamos humanos de lá voltando pro atual passado.

-
eu não sei se vocês já ouviram sobre, mas há teorias de que no futuro, nos tornaremos cada vez mais fisicamente sub-desenvolvidos, e mais intelectualmente desenvolvidos.
soa familiar?
lembra das horrenda descrições de "ET's" humanóides?
eu particularmente, passei minha infância inteira sofrendo com a palavra 'extra-terrestre'.




ENTÃO. ET's na verdade, não tem nada de extra-terraquianos [pelo menos esses]; e sim somos nós, vindos do futuro, atravéz de máquinas que sim, conseguiram finalmente alcançar a velocidade da luz [OVNI's].
ELES [ou seria melhos 'nós'?] ESTÃO NOS OBSERVANDO. @_@
*momento teoria da conspiração*














ah o tempo -
falar dele é tão piegas.
já não se tem mais o que falar,
cada um sabe do seu tempo.
presente continuamente, além da morte e além.
[e não, não sou espírita.]

sexta-feira, 9 de março de 2007

bem leve

'bem leve
leve
releve
quem pouse a pele

em cima de madeira beira
beira
quem dera mera
mera
cadeira

mas breve
breve
revele

vele vele
quem pese
dos pés a caveira.

dali da beira uma palavra cai no chão
caixão
dessa maneira

uma palavra de madeira em cada mão
imbuia, cerejeira.'
Como já dizia nossa querida Marisa.



[Diário mode on]
meu frânces começou;
minhas aulas tomaram ritmo e eu ando tendo provas frequentes;
nao tenho postado direito nem no fotolog, quem dirá aqui.

necessidade do novo!
[Diário mode off]





Leve a vida de leve
mas pegue pesado com ela?
Agarre-a com unhas e dentes, sem medo que pequenas lascas fiquem para tras,
enrosque suas entranhas junto as dela, até se tornaram uma só coisa;

E que coisa!
O dia que você conseguir
há de convir
que não será qualquer coisa.
E que coisa!




e aprende, assim como eu aprendi, que não há mudanças ruins e nem boas.
apenas mudanças.
as coisas mudam
e o que nos resta é...
o conformismo.
[mãs aí vai de cada um.]

Lute contra o conformismo e seja mais um conformado!



Há situações em que simplesmente você tem que se conformar, se conforme!
E geralmente são aquelas que só o tempo irá curar, se conforme!

e nem tão disforme, o tempo corre;
quase salta.


e com ele a vida passa
por isso pule junto e a agarre pela pata.

[?]

selvagem é a palavra.














bonna nuit. :*

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Humanos demasiadamente humanos.



bló diz:
maldito Bill Gates -.- é o homem mais rico do mundo e não deixa neem falsificarem o software dele. aargh
preciso atualizar tudo. [sem saco] diz:
ganâânça!
preciso atualizar tudo. [sem saco] diz:
[lembra do professor de sociologia.]

a propósito falaria sobre o tempo, mas esperarei mais inspiração.


[~~~]


Afinal!
A ganância é instinto ou é adquirido?

A pergunta chega a ser tola -
Imagine alguém criado fora do 'meio', sem interferencias da sociedade, alguém que não teria referências, não aprenderia a andar, falar, comer de boca fechada e daí em diante.
Como...
Como aquelas "mulheres-lobo" que foram achadas.
Alguém puro instinto, não guardaria alimentos para depois por exemplo. Não teria a tão discutida "ganância"... ela se satisfaria no momento, sem pensar no depois. Alias, ela provavelmente nem sequer pensaria, apenas sentiria e ajiria [ou reajiria], pois não há como pensar sem palavras, sem ter uma "educação racional"... tente pensar em algo, que não seja instintivo sem palavras. Se você está com fome, ou com medo, você simplesmente sabe, sente e não precisa de palavras para tal.
O que nos levaria a condição de animais irracionais, movidos a instintos. É o que nos mostra que não somos diferentes dos outros animais, mas criamos furtivamente diferenças - claro, cada espécie tem a sua, 'ao acaso' tivemos o "conhecimento" e o "auto-conhecimento".
Mas e se não houvesse o corrompimento da sociedade?
E o ser humano vive sem ser em sociedade?
A atual sociedade poderia ser reformulada a ponto de mudar traços como a ganancia, na nossa espécie?

Sinceramente nos acho altamente capacitados para coisas incríveis, mas simplesmente não sabemos como aproveitar, ou temos medo, ou até vemos com bons olhos mas como uma coisa distante.

Comodidade -
O ser humano simplesmente se acomodou nesse aglomerado de disputas e violências.







No final, somos mais um bando de macacos super-dotados e confusos, que pensam governar esse planeta e mais a galáxia e o universo inteiro.
E que estão tentando buscar respostas em lugares errados, para perguntas equivocadas.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

hamz!

Me revoltei com o cabelo. :D
Fiz algum tipo de tinta com várias coisas que se usam para colorir cabelos (distintas).
O resultado foi um azul forte, mas levemente esverdeado... ahn, ele é um azul intenso, mas digamos que tem uma alma verde. [?]
KASDKAKPKASIPJKPIOJSPJIO

Preciso estudar, mas pra onde foi a concentração?!
Cade a paixão pelos estudos?! [pff!]


- internet não para de cair -


Falando em paixão, isso me lembra algo que meu psiquiatra disse e que ficou realmente guardado, vivo repetindo... "A paixão é a forma patológica do amor."
Sinto em concordar.
Mas acredito que haja paixões e paixões.
Digo, a paixão entusiasmadora, que te move, que provem das coisas que tú realmente gostas, que faz tú seguires em frente. Bom talvez eu até tenha uma visão errônea dessa paixão, mas ela difere da paixão que meu psiquiatra se referia.
Ele se referia literalmente ao amor doentio, cego, que não mede esforços, que não vê barreiras, que chega a ser bonito! Mas é doente.
Aquele que quando não consegue ser satisfeito, te leva ao fundo do poço, te arrasa, acaba com todas as suas bases, te faz crer que ele é única e exclusivamente a razão de você ainda estar vivo.
Mas um dia você acorda. Acorda e vê que tudo era ilusão, e até banalisa tal paixão.
Bom, o médico disse que temos que nos apaixonar pelo menos uma vez na vida, e que cada paixão difere da outra.
Geralmente a primeira é a mais devastadora.

Derivados do amor. Ô coisinha tinhosa que insiste em nos fazer infelizes e felizes. (ou pelo menos fazer acreditar que somos.)


[não, eu não pretendo fazer algum livro de auto-ajuda.]







-
alguém já viu Les Contes d'Hoffman? -

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

bem-vindo!

Dou as boas vindas a mim mesmo ao meu novo (e primeiro) blog.
tcham tcham tcham tcham!

[...]

Bom, como estou com a idéia de escrever um livro¹ e coisa e tal resolvi criar isso aqui, pra praticar minha escrita e expressar idéias das mais diferentes formas.
Eu sei lá com o que eu começo, nem ao menos sei o que falar, vou apenas deixar fluir. :x
Ah! Quando eu me adaptar com o lugar, vou postar algumas fotos de vez em quando também, já que aprecio tanto fotografia e o lado visual.

Espero não criar um monstro. o.o'
[abstraiam]

Daqui a pouco vou dar um ajeitada nessa página, e deixar meio claro quem sou para os que nao me conhecem.




De começo, algumas inutilidades:
Meu computador chegou, agora revigorado, e o wireless acaba de ser instalado. Por hora anda meio instável, caindo de vez em quando, mas não tem muito do que eu reclamar ainda
Alias, foi esse clima todo de mudança e coisas novas que me impulsionou a criar isso aqui, também.
Para quem não sabe, eu e minha mãe nos mudamos, digo, não foi uma graaande mudança, já que fomos pra cerca de 3 quarteirões de distância do antigo prédio, mas é uma nova rotina, um novo rítimo. Estou tentando rever e aprender muitas coisas, tentando treinar minha individualidade e respeitar a dos outros.
Deve ser algum tipo de auto-defesa para a grande vontade de sair de casa que me domina.






Bom, por hora está mais do que bom.
Quando surgir inspiração eu dou as caras aqui de novo;
até mais!

:D


¹ - Por enquanto não passa de uma vontade. Mas que não é pequena. Ainda nao sei direito o tema, nem nada, mas estou me preparando pra nao fazer qualquer coisa.